Política de Privacidade

Disruptive Media Training

O treinamento de mídia disruptivo respeita a privacidade e a confidencialidade de todos os seus dados pessoais.

Neste documento você pode encontrar todas as informações relacionadas à forma como tratamos seus dados respeitando todos os RGPD (Regulamento geral de proteção de dados).

Todos os dados que faculta ao Disruptive media training são tratados e processados ​​de acordo com a Lei de Proteção de Dados n.º 58/2019 que assegura a execução em ordem jurídica nacional, o regulamento (UE) 2016/679 do parlamento e do conselho, de 27 de abril de 2016.

Informamos também que a visita ao nosso site (www.disruptivemediatraining.com) não significa que salvamos seus dados pessoais. No entanto, existem alguns dados de computação que são salvos automaticamente em cada acesso.

Além disso, existem algumas áreas do site que precisam de algumas informações pessoais do usuário para fornecer os serviços solicitados. Essa coleta de dados é feita de forma totalmente clara.

Reforçamos que todas as informações coletadas são apenas para uso pessoal e exclusivo do Disruptive Media Training.

Portanto, nos comprometemos a não vender, trocar, alugar ou compartilhar com terceiros sem o seu consentimento, a menos que sejamos obrigados a fazê-lo por ordem judicial.

A seguir está uma descrição do tipo de dados que coletamos, o processamento a que estão sujeitos e sua utilidade para os serviços que prestamos.

Entidade responsável pelo processamento de dados pessoais

Disruptive Media Training Unipessoal LDA

Morada

Agostinho Neto nº18J, 1750-006 Lisboa

Telefone

(+351) 913 401 376

general@disruptivemediatraining.com

https://disruptivemediatraining.com/

Objetivo e processamento de dados

O Disruptive Media Training processa os seguintes dados:

1. Dados de identificação (nome, idade, número de identificação fiscal, e-mail, telefone celular)

2. Emissão de certificados enviados por e-mail

3. Informações econômicas e de transição (seus detalhes de pagamento)

4. Dados de conexão, geolocalização e / ou navegação (endereço IP do processador solicitante, data e hora de acesso; nome e URL do arquivo baixado; dados de identificação do software do navegador e sistema operacional; site a partir do qual você acessou nosso site; nome do provedor de serviços de Internet);

5. Informação comercial (publicidade de ofertas formativas mediante subscrição da nossa newsletter).

6. Uso de cookies, pixels invisíveis, google analytics, Facebook Pixel (inclui informações relacionadas ao Facebook e Instagram). Essas informações são usadas para fins estatísticos e para melhorar a experiência do usuário no site.

Além disso, os dados coletados são usados exclusivamente para os seguintes fins:

1. Inscrição para ações de formação;

2. Emissão dos documentos contábeis adequados (faturas);

3. Envio de certificados por e-mail;

4. Fornecimento de informações complementares aos estagiários por e-mail;

5. Fornecer, melhorar, testar e monitorar a eficácia de nosso serviço;

Para fins de marketing, o objetivo do processamento de seus dados é:

6. Envio de newsletter: processaremos seus dados para gerenciar sua assinatura, incluindo o envio de informações personalizadas sobre nossos treinamentos e serviços por e-mail;

7. Diagnosticar problemas técnicos e manter a segurança: ao acessar nosso site, um conjunto de dados do computador é coletado automaticamente. A coleta desses dados tem finalidades puramente técnicas, como configuração da conexão, segurança do sistema, administração técnica da rede e otimização dos nossos serviços.

Os dados pessoais recolhidos são processados electronicamente e em estrita conformidade com a legislação sobre protecção de dados pessoais, sendo armazenados em bases de dados específicas.

Gostaríamos também de acrescentar que todos os dados processados são protegidos através da rede Internet sob o protocolo SSL seguro, este tipo de comunicação não é inviolável, mas atualmente corresponde às melhores práticas do mercado.

Além disso, os dados são armazenados em bancos de dados gerenciados pelo Disruptive Media Training de forma criptografada.

Destinatários:

Os dados recolhidos não são transferidos a terceiros, com exceção dos dados necessários ao cumprimento das obrigações legais. Para qualquer outra finalidade não prevista nesta Política de Privacidade, os dados fornecidos por você não serão divulgados publicamente e somente poderão ser fornecidos a terceiros com o seu consentimento prévio e expresso.

Termo de retenção de dados:

Os dados pessoais recolhidos serão guardados apenas durante o período necessário ao cumprimento dos fins acima indicados.

1. Objetivos específicos com prazo de conservação:

Marketing: seus dados serão tratados até que você cancele sua assinatura de nossa newsletter;

Direitos dos proprietários dos dados pessoais:

Nos termos da lei, os titulares de dados pessoais têm o direito de aceder, livre e sem restrições, confirmar, retificar, apagar ou bloquear os dados que tenham fornecido, podendo exercê-los por escrito, via e-mail, a qualquer momento e gratuitamente, nos termos da Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto de 2019.

Direito de Acesso (Art. 15 do Regulamento de Proteção de Dados)

“O titular dos dados terá o direito de obter do responsável pelo tratamento a confirmação se os dados pessoais que lhe dizem respeito estão ou não sujeitos a processamento e, em caso afirmativo, o direito de acesso aos seus dados pessoais e às seguintes informações:

1. Finalidades do processamento de dados;

2. As categorias de dados pessoais em questão;

3. Os destinatários ou categorias de destinatários aos quais os dados pessoais foram ou serão divulgados, nomeadamente destinatários estabelecidos em países terceiros ou pertencentes a organizações internacionais;

4. Quando possível, o prazo previsto para o armazenamento dos dados pessoais ou, se não for possível, os critérios utilizados para determinar esse prazo;

5. Existência do direito de solicitar ao responsável pelo tratamento a retificação, apagamento ou restrição do tratamento dos dados pessoais relativos ao titular dos dados ou direito de se opor a esse tratamento;

6. O direito de apresentar queixa a uma autoridade de controlo;

7. Se os dados não tiverem sido coletados do titular dos dados, as informações disponíveis quanto à origem desses dados;

8. Existência de decisões automatizadas, incluindo perfis, a que se referem os artigos 22º, nº 1 e nº 4 e, pelo menos nesses casos, informação relevante sobre a lógica envolvida e o significado e consequências esperadas do tratamento para o titular dos dados.

Direito de retificação (Art. 16 do Regulamento de Proteção de Dados)

“O titular dos dados tem o direito de obter, sem atrasos indevidos, do responsável pelo tratamento a retificação dos dados pessoais inexatos que lhe digam respeito. Tendo em conta as finalidades do tratamento, o titular dos dados tem o direito de dispor de dados pessoais incompletos preenchido, inclusive por meio de declaração adicional.”

Direito de apagamento de dados ("direito de ser esquecido") (Art. 17 Regulamento de Proteção de Dados)

1. O titular dos dados tem o direito de obter do responsável pelo tratamento o apagamento dos seus dados pessoais sem atrasos indevidos, e o responsável pelo tratamento tem a obrigação de apagar os dados pessoais sem atrasos indevidos quando se aplicar um dos seguintes motivos:

2. Os dados pessoais deixam de ser necessários para os fins para os quais foram recolhidos ou processados;

3. O titular dos dados retira o consentimento em que se baseia o tratamento dos dados nos termos do artigo 6º, nº 1, ou do artigo 9º, nº 2, alínea a) e não haja outro fundamento jurídico para o tratamento;

4. O titular dos dados se opõe ao tratamento nos termos do artigo 21º, nº 1, e não existam interesses legítimos prevalecentes que justifiquem o tratamento, ou o titular dos dados se opõe ao tratamento nos termos do artigo 21º, nº 2;

5. Os dados pessoais foram processados ​​ilegalmente;

6. Os dados pessoais devem ser apagados para fins de cumprimento de uma obrigação legal decorrente do direito da União ou do Estado-Membro à qual o responsável pelo tratamento está sujeito;

7. Os dados pessoais foram recolhidos no âmbito da prestação de serviços da sociedade da informação a que se refere o artigo 8.º, n.º 1;

8. Caso o responsável pelo tratamento tenha tornado públicos os dados pessoais e seja obrigado a apagá-los nos termos do n.º 1, deve tomar medidas razoáveis, incluindo medidas técnicas, tendo em consideração a tecnologia disponível e o custo de implementação, para informar os efetivos responsáveis ​​pelo tratamento do dados pessoais para os quais o titular dos dados solicitou que apagassem links e cópias ou réplicas desses dados pessoais.

9. Os parágrafos 1 e 2 não se aplicam na medida em que o processamento é necessário:

10. O exercício da liberdade de expressão e informação;

11. O cumprimento de uma obrigação legal que exige o tratamento ao abrigo do direito da União ou dos Estados-Membros a que o responsável pelo tratamento está sujeito, o desempenho de uma missão de interesse público ou o exercício da autoridade oficial da responsabilidade do responsável pelo tratamento;

12. Por razões de interesse público em matéria de saúde pública ao abrigo do artigo 9º, nº 2, alíneas h) ei), e do artigo 9º, nº 3;

13. Para fins de arquivo de interesse público, para fins de investigação científica ou histórica, ou para fins estatísticos nos termos do artigo 89º, nº1, na medida em que o direito referido no n.º 1 seja susceptível de o tornar impossível ou prejudicar gravemente a realização do fins de tal processamento; ou

14. Para o estabelecimento, exercício ou defesa de demandas judiciais.”

Direito à Limitação de Processamento (Art. 16 do Regulamento de Proteção de Dados)

“O titular dos dados tem o direito de obter do controlador a limitação de processamento se um dos seguintes se aplicar:

1. Contestar a exatidão dos dados pessoais, por um período que permita ao controlador verificar a sua exatidão;

2. O tratamento é ilegal e o titular dos dados opõe-se ao apagamento dos dados pessoais e solicita a restrição da sua utilização;

3. O responsável pelo tratamento já não necessita dos dados pessoais para efeitos do tratamento, mas os mesmos são exigidos pelo titular dos dados para o estabelecimento, exercício ou defesa de ações judiciais;

4. Quando o cliente se opuser ao tratamento nos termos do artigo 21º, nº1, até que se verifique que os fundamentos legítimos do responsável pelo tratamento prevalecem sobre os do titular dos dados.

5. Quando o processamento for restringido nos termos do n.º 1, os dados pessoais podem, com exceção do armazenamento, apenas ser processados ​​com o consentimento do titular dos dados, ou para o estabelecimento, exercício ou defesa de ações judiciais, para a proteção dos direitos de outro natural ou pessoa coletiva, ou por razões de interesse público significativo da União ou de um Estado-Membro. “

6. O titular dos dados que obteve a limitação do tratamento nos termos do n.º 1 deve ser informado pelo responsável pelo tratamento antes de a limitação desse tratamento ser levantada.”

Direito à portabilidade de dados (Art. 20 do Regulamento de Proteção de Dados)

“1. O titular dos dados deve ter o direito de receber dados pessoais fornecidos a um responsável pelo tratamento, em um formato estruturado, comumente usado e legível por máquina, e o direito de transmitir esses dados a outro responsável pelo tratamento, sem o responsável pelo tratamento a quem o pessoal os dados foram fornecidos, sendo capazes de evitar isso, se:

O tratamento é feito com base em consentimento dado nos termos do artigo 6º, nº 1, alínea a) ou do artigo 9º, nº 2, alínea a) ou do contrato referido no artigo 6º, nº 1, alínea b); e o processamento é realizado por meios automatizados.

2.Ao exercer o seu direito à portabilidade de dados nos termos do n.º 1, o titular dos dados tem o direito de que os dados pessoais sejam transmitidos diretamente entre os responsáveis ​​pelo tratamento, quando tecnicamente viável.

3.O exercício do direito a que se refere o n.º 1 deste artigo aplica-se sem prejuízo do disposto no artigo n.º 17. Este direito não se aplica ao tratamento necessário ao desempenho de funções de interesse público ou ao exercício da autoridade oficial do responsável pelo tratamento.

4. O direito a que se refere o parágrafo 1 não prejudica os direitos e liberdades de outros.”

Direito de objetar (Artigo 21 do Regulamento de Proteção de Dados)

1. O titular dos dados tem o direito de se opor a qualquer momento, por motivos relacionados com a situação particular, ao tratamento de dados pessoais a que se refere o artigo 6.º, n.º 1, alíneas e) ou f) ou o artigo 6.º, n.º 4) , incluindo a definição de perfis com base nessas disposições. O responsável pelo tratamento deve cessar o tratamento dos dados pessoais, a menos que demonstre motivos legítimos imperiosos para esse tratamento que se sobreponham aos interesses, direitos e liberdades do titular dos dados, ou para o estabelecimento, exercício ou defesa de ações judiciais.

2. Quando os dados pessoais são processados ​​para fins de marketing direto, o titular dos dados tem o direito de se opor a qualquer momento ao processamento de dados pessoais que lhe digam respeito para esse marketing, o que inclui a criação de perfis na medida em que esteja relacionado com o marketing direto .

3. Quando a pessoa em causa se opõe ao tratamento para efeitos de marketing direto, os dados pessoais deixam de ser tratados para esse fim.

4. O mais tardar no momento da primeira comunicação ao titular dos dados, o direito referido nos n.ºs 1 e 2 deve ser explicitamente comunicado ao titular dos dados e apresentado de forma clara e separada de qualquer outra informação.

5. No contexto da utilização dos serviços da sociedade da informação, e sem prejuízo do disposto na Diretiva 2002/58 / CE, o titular dos dados pode exercer o direito de oposição por meios automatizados, utilizando especificações técnicas.

6. Quando os dados pessoais são tratados para fins de investigação científica ou histórica ou para fins estatísticos a que se refere o artigo 89º, nº1), o titular dos dados tem o direito de se opor, por motivos relacionados com a situação particular, ao tratamento de dados pessoais relativos , a menos que o tratamento seja necessário para o desempenho de uma tarefa de interesse público.”

Direito à notificação de retificação ou apagamento de dados pessoais (Artigo 19 do Regulamento de Proteção de Dados)

“O responsável pelo tratamento deve notificar cada destinatário a quem os dados pessoais tenham sido transmitidos de qualquer retificação ou apagamento de dados pessoais ou restrição de tratamento efetuado nos termos do artigo 16º, artigo 17º, nº1) e do artigo 18º, a menos que tal notificação se revele impossível ou implique um esforço desproporcionado. Se a pessoa em causa o solicitar, o responsável pelo tratamento deve fornecer as informações sobre esses destinatários.”

Direito de Retirar o Consentimento (Parágrafo 3. art. 7 Regulamento de Proteção de Dados)

“O titular dos dados tem o direito de retirar o consentimento a qualquer momento. A retirada do consentimento não afeta a legalidade do tratamento realizado com base no consentimento previamente dado. Antes de dar o consentimento, o titular dos dados deve ser informado desse facto. Consentimento será tão fácil retirar quanto dar…”

Decisões individuais automatizadas, incluindo criação de perfil. (Art. 22 do Regulamento de Proteção de Dados)

“1. O titular dos dados tem o direito de não ser sujeito a qualquer decisão tomada exclusivamente com base no tratamento automatizado, incluindo a criação de perfis, que produza efeitos jurídicos a seu respeito ou que o afete de forma significativa de forma semelhante.

2. O n.º 1 não se aplica se a decisão:

– É necessário para a celebração ou execução de um contrato entre o titular dos dados e um responsável pelo tratamento;

– está autorizado pela legislação da União ou dos Estados-Membros a que o responsável pelo tratamento está sujeito e que também prevê medidas adequadas para salvaguardar os direitos e liberdades e os interesses legítimos do titular dos dados;

– Baseia-se no consentimento explícito do titular dos dados.

3. Nos casos referidos no n.º 2, alíneas a) ec), o responsável pelo tratamento deve implementar as medidas adequadas à salvaguarda dos direitos e liberdades e dos legítimos interesses do titular dos dados, nomeadamente o direito a, pelo menos, obter intervenção humana sobre o parte do controlador, para expressar ponto de vista e para contestar a decisão.

4. As decisões a que se refere o n.º 2 não devem basear-se nas categorias especiais de dados pessoais referidas no artigo 9º, n.º 1), a menos que se aplique o n.º 2, alíneas a) ou g) desse artigo e sejam aplicadas as medidas adequadas de salvaguarda os direitos e liberdades e interesses legítimos do titular dos dados.”

Direito de apresentar uma reclamação a uma autoridade de supervisão (Art. 77 Regulamento de Proteção de Dados)

“1.Sem prejuízo de qualquer outro recurso administrativo ou judicial, todas as pessoas em causa têm o direito de apresentar uma reclamação junto de uma autoridade de controlo, em particular no Estado-Membro de residência habitual, local de trabalho ou local da alegada infração, se o titular dos dados considera que o tratamento dos dados pessoais é uma violação do presente regulamento.

2.A autoridade de controlo perante a qual foi apresentada uma reclamação informa o reclamante da evolução e do resultado da reclamação, incluindo a possibilidade de recurso judicial nos termos do artigo 78.º “.

3. Informamos que você pode enviar uma reclamação à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), a autoridade competente para proteção de dados em particular:

-CNPD: Avenida D. Carlos I, 134 – 1.º 1200-651 Lisboa

Tel: +351 213928400

Fax: +351 213976832

E-mail: geral@cnpd.pt

https://www.cnpd.pt/Duvidas/Duvida_participacao.aspx

Nos termos da Lei de Protecção de Dados Pessoais, são garantidos ao titular dos dados os referidos direitos, os quais podem ser exercidos perante o responsável pelo tratamento, nomeadamente através de dois mecanismos:

– Contactar a Disruptive Media Training directamente, por telefone, email (geral@disruptivemediatraining.com) ou pessoalmente nas nossas instalações;

Alteração da Política de Privacidade e Cookies

O Disruptive Media Training pode alterar as disposições estabelecidas na sua Política de Privacidade e Cookies quando julgar apropriado, de acordo com as normas estabelecidas na legislação da UE e nacional em vigor. Portanto, sugerimos que você reveja nossa Política de Privacidade e Cookies de tempos em tempos, pois no caso de pequenas alterações ou melhorias significativas, você encontrará essas informações em nosso site.

Política de Cookies
Definição:

Cookies são pequenos arquivos, com informações alfanuméricas, armazenados no disco rígido do seu computador pessoal, celular ou outro dispositivo, contendo informações relativas à sua navegação naquele site.

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Links externos

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